terça-feira, 4 de maio de 2010

Desperdício, mal desnecessário

Você sabia que nós, seres humanos, exploramos 30% mais recursos naturais do que o planeta pode restituir? Isto significa que, se continuarmos nessa toada, daqui a 50 ou 100 anos (no máximo!) a Terra não terá muito a nos oferecer em termos de água potável, minérios, alimentos e florestas. O motivo é nosso estilo de vida atual, que nos torna consumidores ávidos e mal acostumados. Esse desperdício é a base dos nossos problemas socioambientais.
Consumir deixa rastros e causa impactos globais. Isto porque tudo o que estamos acostumados a adquirir para o nosso conforto – de um palito de fósforo a um automóvel – passa necessariamente por um processo de produção que utiliza fartas quantidades de água limpa, energia elétrica e matérias-primas extraídas do planeta. O descarte de tantos produtos alimenta as montanhas de lixo.
O Instituto Akatu avalia que 1/3 de tudo o que compramos acaba no lixo. Dados do IBGE dão conta de que os brasileiros despejam nas lixeiras de suas residências diariamente 125 mil toneladas das sobras de suas compras. Somando com os restos deixados pela indústria e o comércio o total chega a quase 230 mil toneladas diárias. São números oficiais do ano 2.000 e acredito que hoje eles aumentaram muito, impulsionados pela prosperidade econômica do país.
Só o consumo responsável será a nossa salvação. Consumidor consciente é aquele que equilibra sua satisfação pessoal com a saúde ambiental do planeta. Trocando em miúdos: não consome mais do que precisa para o seu bem estar.
É nesse sentido que estamos aqui sempre batendo na tecla de que precisamos repensar comportamentos social e culturalmente arraigados (não é fácil, eu mesmo sinto isso na pele) para reduzir o consumo, reciclar, reutilizar, evitar o descartável, abolir de vez o desperdício e, principalmente, repassar esses princípios às crianças.
Acredite, gestos aparentemente banais como escovar os dentes mantendo a torneira fechada, desligar a lâmpada ao sair de um ambiente e não comprar compulsivamente vão fazer a diferença lá no final das contas.
Assim, criam-se hábitos saudáveis e adiciona-se simplicidade ao cotidiano. E o simples é sinônimo de descomplicado.

Fonte: Blog Sustentável na prática - Site Planeta Sustentável

quarta-feira, 31 de março de 2010

Um ano se passou, desde que tudo começou

Um ano se passou, desde que tudo começou.
Um blog, um sonho, uma idéia, um modo de fazer a nossa palavra chegar a outras pessoas.

Há exatamente um ano atrás, uma idéia de dois jovens se tornou realidade e o blog Por Um Mundo Melhor nasceu.
Para ser sincero, no começo eu achei que não conseguiria administrar um blog e vir aqui escrever sempre alguma coisa nova. Mas quando comecei a escrever e publicar coisas de outros blogs dedicados ao mesmo assunto, eu não consegui mais parar. Uma idéia, que surgiu meio que por acaso, se tornou um dos principais objetivos do nosso dia-a-dia.
Um ano passou muito rápido e o blog cresceu. Fizemos parcerias com outros blogs, recebemos várias visitas, conselhos, comentários...O blog se espalhou pela internet.
Tudo isso graças a todos vocês que acompanham o blog regularmente. Não digo nosso blog, porque ele deixou de ser nosso apartir do momento que vocês começaram a lê-lo. Um blog de todos, esse foi sempre o nosso objetivo. Obrigado a todas as pessoas que nos motivaram com comentários; obrigado às sugestões de postagens e à ajuda dos blog parceiros; obrigado à todos que se tornaram parte desse blog.
Sem todos vocês, o blog não teria chegado onde chegou.

Nós podemos mudar o mundo. Nós podemos mudar o sistema atual para um outro melhor e mais humano. Mas tudo isso só depende de nós, de nossa idéias e nossos sonhos.
Sempre que surgir alguma idéia em sua cabeça que vai ser boa para as pessoas e para o mundo, vá e faça. Não pense se isso vai ter resultado rápidos ou se alcançará milhares de pessoas. Apenas faça! O maior passo para a mudança é fazer uma idéia se concretizar; esse é o primeiro e mais importante passo.
Se surgir a idéia de fazer um blog. Faça também! Hahaha.

Queria deixar aqui um grande obrigado à todos vocês que acompanham o blog e que possamos passar muitos anos juntos ainda. Obrigado de verdade! Sem vocês o blog não seria o que é hoje!
E sigamos todos juntos, cada um fazendo sua pequena mas importante parte, para um mundo melhor.

Obrigado à todos! E parabéns ao blog pelo seu primeiro ano de vida!

Fernando de Noronha pode afundar


Calma, não é agora.Na verdade, talvez seja mais fácil a ilha ser encoberta pelo oceano.Mas que a coisa por lá está feia, está.Um estudo coordenado pelo governo estadual e federal identificou uma realidade de sobrecarga em Noronha.

A ilha tem gente demais e recurso de menos.Falta água, energia e qualidade de vida.O estudo utilizou vários indicadores para constatar os problemas, um deles foi a Pegada Ecológica-ferramenta e avalia o uso do espaço, considerando a área(em hectares), a população e o consumo dos recursos naturais.

O resultado foi surpreendente.De acordo com a pegada, o estrago em Noronha é maior em 14% do que a média do planeta e 21% do que no Brasil. Os "noronhenses" usam o equivalente a 2,54 hectares/per capita por ano enquanto a média brasileira é de 2,1 ha/indivíduo.

É um problema grave, já que Noronha teria capacidade para oferecer 0,12ha/indivíduo.
Pra mais informações, clique aqui .



sábado, 27 de março de 2010

Hora do Planeta 2010

"No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização. Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu.

Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!"




Aqui na Nova Zelândia faltam apenas 4 horas para começar a Hora do Planeta. Vai ser um dos primeiros paises a apagar sua luzes e existem vários eventos já programados, tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades.
Tomará que no Brasil várias pessoas e cidades também participem. Temos que mostrar que o Brasil também se preocupara com o Planeta. Temos que fazer a nossa parte!
Vou deixar vocês informados por aqui de como está a Hora do Planeta aqui do outro lado do mundo e estarei acompanhando como está no Brasil.
Aproveito esse post também para me desculpar porque ando meio ausente do blog. Acho que daqui pra frente vou conseguirm escrever mais aqui, já que agora eu tenho acento :)

Hora do Planeta 2010! Vamos participar!

Nestlé financia destruição de floresta e põe orangotangos no rumo da extinção

Semana passada, protestos pipocaram por toda a Europa contra a destruição das florestas que servem de habitat para orangotangos na Indonésia. O motor dessa devastação, que colocou os primatas à beira da extinção, é a conversão do uso do solo de mata virgem para o plantio de palmáceas.

A Nestlé, que sustenta essa atividade comprando óleo de palma da Indonésia para produzir chocolates como o Kit kat, foi o alvo das manifestações no continente europeu, parte de uma campanha global que o Greenpeace lança hoje contra a companhia. A Nestlé por enquanto continua jogando de ponta de lança no time das empresas que estimulam a destruição das florestas tropicias.

Além de financiar a derrubada em massa de mata na Indonésia e empurrar os orangotangos para o abismo da extinção, a Nestlé está contribuindo para agravar o aquecimento global. Florestas ajudam a regular o clima e acabar com o desmatamento, uma das maneiras mais rápidas de reduzir as emissões de Co2 na atmosfera.

Foi por isso que escritórios da Nestlé na Inglaterra, Holanda e Alemanha acabaram sendo palco de protestos por ativistas do Greenpeace, pedindo para que a empresa deixe de utilizar óleo de palma proveniente da destruição de área antes ocupada por florestas na Indonésia.



As manifestações concidiram com o lançamento de um novo relatório do Greenpeace – 'Pega com a mão na cumbuca: como o emprego de óleo de palma pela Nestlé tem um impacto devastador na floresta tropical, no clima e nos orangotangos' (em inglês) – que expõe os laços entre a Nestlé e fornecedores de óleo de palma, como a Sinar Mas, que estão ampliando suas plantações em florestas de turfa (ricas em carbono) e nas florestas tropicias da Indonésia.

Além da produção de óleo de palma, a Sinar Mas também é proprietária da Ásia celulose, a maior empresa de papel da Indonésia. A empresa também infringe a lei da Indonésia ao destruir as florestas protegidas para cultivar plantações de óleo de palma.

Como todos devem saber, a Nestlé é a maior empresa de alimentos e bebidas do mundo. O que ninguém sabia até então era que a empresa também é um grande consumidor de óleo de palma produzido às custas do desmatamento das florestas tropicais. Nos últimos três anos, a utilização anual do óleo quase duplicou, alcançando a marca de 320000 toneladas que entram em uma enorme gama de produtos, incluindo o chocolate mega popular KitKat, que não é vendido no Brasil.

"Toda vez que você der uma mordida em um KitKat, você pode estar dando uma mordida nas florestas tropicais da Indonésia, que são fundamentais para a sobrevivência dos orangotangos. A Nestlé precisa dar aos orangotangos uma pausa e parar de utilizar óleo de palma de fornecedores que estão destruindo as florestas", disse Daniela Montalto, do Greenpeace internacional.







A fornecedora da Nestlé, Sinar Mas, é responsável por considerável destruição da floresta que serve de habitat para orangotangos

O lançamento do relatório segue numerosas tentativas de convencer a Nestlé a cancelar seus contratos com a Sinar Mas. Recentemente, o Greenpeace contactou várias vezes a empresa com provas sobre as práticas da Sinar Mas, mas mesmo assim a Nestlé continua usando o óleo de palma da Indonésia em seus produtos.

Diversas empresas importantes, incluindo a Unilever e Kraft, cancelaram os contratos de óleo de palma com a Sinar Mas. A Unilever cancelou um contrato de 30 milhões de dólares no ano passado. A Kraft cancelou o seu em fevereiro. "Outras grandes empresas estão agindo, mas a Nestlé continua fechando os olhos para os piores infratores. É tempo de a Nestlé cancelar seus contratos com a Sinar Mas e parar de contribuir com a destruição das floresta tropical e de turfas," frisou Montalto.

As florestas tropicais da Indonésia e seus orangotangos estão precisando desesperadamente de um refresco! Participe da cyberação e peça para a Nestlé dar um tempo as florestas! Clique aqui

Fonte: Site Greenpeace Brasil

sexta-feira, 19 de março de 2010

WeForest: árvores são a solução para todos os problemas


O aquecimento global, a produção alimentar insuficiente, a escassez de água potável e a pobreza são quatro dos grandes problemas que ameaçam a humanidade. E se todos pudessem ser resolvidos, ao mesmo tempo, com apenas uma ação, que nem é tão mirabolante assim?

A WeForest garante que é possível. Segundo a ONG, se reflorestássemos todas as áreas que foram desmatadas nos últimos 60 anos no mundo e aplicássemos, em cada área, técnicas de permacultura, em três anos teríamos:
– água e comida para toda a população;
– milhões de novos empregos;
– um ar muito mais puro;
– uma elevação de 10% na umidade do ar
– e, ainda, a redução de 3 a 5ºC na temperatura do planeta.

É por isso que a WeForest traçou, como meta, o reflorestamento de 20 milhões de km² em áreas desmatadas de todo o mundo. No Brasil, a ONG já atua em Fortaleza, Minas Gerais e São Paulo, plantando espécies nativas da Mata Atlântica. Achou a causa legal? Então, participe! Para quem quiser ajudar mais efetivamente, dá para contribuir financeiramente no site da ONG ou, ainda, participar de projetos que apóiam a WeForest, como o Neo.org. (Saiba mais no post Participe da Declaração de Cidadania Global com Neo.org!)

Sem contar que, se essa ideia da WeForest for mesmo possível, um outro belo jeito de ajudar a causa é plantar, você mesmo, algumas árvores por aí. Que tal?

sábado, 27 de fevereiro de 2010




A Hora do Planeta, ou "Earth Hour", começou na cidade de Sidney, na Austrália, em 2007. Em 2008, a Hora do Planeta tornou-se internacional, e no dia 28 de Março, de 2009, mais de 4000 cidades de 88 países no mundo aderiram à Hora do Planeta.

A Hora do Planeta é um modo de manifestarmos, apagando as luzes durante uma hora, que estamos preocupados com a componente antropogénica do aquecimento global e das alterações climáticas e que queremos que os governantes tomem medidas capazes de minimizar as emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera.

No ano passado, o objetivo era a conferencia da ONU sobre mudanças climáticas. O fato de os governantes mundiais (nem todos, claro) estarem mais preocupados com o lucro das organizações que dominam a economia global, levou a que esta conferencia tenha sido um verdadeiro fracasso. Os compromissos assumidos foram apenas por uma parte dos países e absolutamente insuficientes para diminuir as emissões de CO2 e prevenir um aquecimento excessivo para a próxima década.

À parte a Austrália, que já sofre efeitos das alterações climáticas com a seca, os incêndios e as chuvas diluvianas, a maioria dos países afetados e em risco de ser afetados a mais curto prazo pelos efeitos das alterações climática, são os países pobres. E isso parece não afectar os países ricos.

Por isso, não podemos desistir, não podemos deixar de nos manifestar e exigir que sejam tomadas medidas sérias no combate às alterações climáticas. Não se trata apenas de poupar a energia de iluminação de 1 hora, a Hora do Planetea é sobretudo uma dessas oportunidades de darmos um sinal.

Vote pela Terra, aderindo à à Hora do Planeta, desligando as luzes no sábado, daqui a 4 semanas, dia 27 de Março, entre as 20:30 e as 21:30h. Registe-se como participante na Hora do Planeta aqui.

Apele aos que governam o seu Município para fazer o mesmo: registar-se na Hora do Planeta e apagar as luzes nessa hora nos edifícios municipais. Divulgue.

Fonte: Blog Sustentabilidade é Acção

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Pintura obsoleta?



Você ainda se lembra do disquete, da fita de vídeo VHS e da fita cassete? Pode até parecer uma pergunta obsoleta, mas o artista plástico britânico Nick Gentry descobriu um fim muito legal e criativo para essas “velharias”.

Em suas telas, Gentry usa esses objetos para construir faces imaginárias e identidades que podem ter ligação com as informações pessoais armazenadas nesses formatos de mídia. Seus trabalhos têm como foco explorar o avanço da tecnologia.

Além disso, o britânico espera que seu trabalho possa "encorajar as pessoas a pensar de maneira mais criativa sobre os objetos que são considerados obsoletos ou inúteis". Para continuar pintando, Gentry pede doações desses tipos de mídia, que antes eram encontrados em fartura e, hoje, tornaram-se materiais difíceis de serem encontrados.

Como dizia o velho Lavoisier “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, não acha?



Estou preparando uma postagem sobre algumas coisas sustentaveis aqui da Nova Zelandia e em breve acho que consigo posta-la aqui. So' preciso antes, arrumar um jeito de colocar acentos na palavras :)